• Pacto Consultoria Jr.

Ser Ou Não Ser Empreendedor, Eis a Questão (Parte 2)


A crise pode assustar muita gente, e com razão. Não estamos vivendo bons momentos, não vemos uma boa perspectiva no curto prazo e não se sabe quando este cenário pode mudar. O fato é que tudo isso não pode ser o fator determinante e definitivo na decisão de empreender. Por isso, trazemos duas novas maneiras de pensar o seu negócio, que podem ajudar não só a competir no mercado, mas também a ser diferente e a vencer.

Todos já ouvimos (e sentimos) que, no mundo, informações surgem e mudanças ocorrem em uma velocidade impressionante, que, por vezes, nos impede até de acompanhá-las. Dentro de um cenário de crise, os empreendimentos rígidos, burocráticos e fechados estão ficando ainda mais desvalorizados. Uma boa maneira de contornar essa situação é ouvir mais seus clientes (se você já tem seu empreendimento), ou pesquisar e buscar entender o que as pessoas realmente necessitam (se você está pensando em abrir um negócio). Essa dica pode parecer elementar, mas ela faz parte de uma forma de enxergar o mundo dos negócios muito mais amplamente.

Para fugir da crise é muito importante, primeiramente, prototipar suas ideias. Prototipar quer dizer que antes de abrir seu negócio é importante testar as ideias, pesquisar o mercado, entender os reais anseios e desejos das pessoas (principais clientes/público-alvo, possíveis clientes e, sobretudo, aqueles que não são clientes). Essa atitude impede que se gaste uma quantia monetária e um esforço físico muito grande, gerando insumos sobre aquilo que pode ou não dar certo. Em um segundo momento, agir assim, não somente permite desenvolver um modelo de negócio “validado”, mas permite também criar um negócio que gera um valor real para o seu cliente.

É neste momento, da criação de um real valor para o cliente, que o empreendimento deixa de ser simplesmente mais uma opção e passa a ser a melhor delas. Não existe momento de crise que impeça um empreendimento que gere valor para o cliente de crescer. No momento atual, pensar em um business design, levando em consideração as necessidades e os reais desejos das pessoas, é criar um novo paradigma.

Esse novo paradigma, esta nova forma de “entender o mercado”, nos leva a outra maneira de se diferenciar em tempos de crise. Além de se buscar ouvir o que seus clientes e não clientes têm realmente a dizer, devemos observar com sabedoria os concorrentes. Inovar, em tempos atuais, virou condição, mas não se deve perder de vista que a verdadeira inovação é a inovação que gera valor.

Contudo, o objetivo não deve ser competir melhor, mas se tornar único. Empresas “rígidas” que se moldam de acordo com o status quo do mercado em que ela está inserida ficam à mercê do mesmo, simplesmente competindo por porcentagens baixas de venda e navegando em águas turbulentas. Quando chega a crise, essas empresas tendem a ficar em maus lençóis.

Uma teoria relativamente recente indica que para uma ideia, um projeto, ou um negócio dar certo ele não deve se importar simplesmente em competir e sim em buscar um oceano azul, que seria o local no qual só esse empreendimento conseguiu chegar. Lá não existe mais a competição. A proposta da organização que navega por estes mares é tão única que ela não precisa se preocupar com os outros.

Para se chegar até este ponto é necessário, mais uma vez, entender e pesquisar o mercado. Sobretudo, ouvir o que todos os envolvidos, inclusive os que (ainda) não estão interessados, têm a dizer. A partir daí, a preocupação e os pressupostos devem estar relacionados à criação e ao desenvolvimento de um empreendimento que gere um valor diferente daqueles que já estão em jogo no mercado.

O grande diferencial desta teoria é determinar qual é essa entrega de valor que falta no mercado desejado e criar uma estratégia que tenha foco, que traduza e transpareça o que a empresa quer entregar. Ou seja, deve-se valorizar este ponto em detrimento de outros que não tenham tanta importância. Desta maneira, é possível reduzir custos e, principalmente, ser reconhecido como “diferente”.

Talvez estes conceitos pareçam muito subjetivos ou intangíveis quando os abordamos desta maneira. Mas isso não vai ficar assim! O próximo texto da série “Ser ou não ser [empreendedor], eis a questão” trará cases e informações mais concretas de como realmente gerar valor e se diferenciar no mercado, para impulsionar o seu negócio!

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