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Inteligência Emocional: Por Que Desenvolvê-la?

Updated: Mar 16


Na década de 90, um novo conceito surgiu e se instalou no meio administrativo: o da inteligência emocional. Nesse momento, profissionais capazes de sentir, influenciar e compartilhar emoções no ambiente de trabalho começaram a ser mais cobiçados no mercado. Graças a essas habilidades, que inicialmente parecem sutis e sem grande importância, pessoas com um alto quociente emocional (QE) se diferenciaram das outras e ganharam seu espaço.

Hoje, percebe-se que profissionais dotados de inteligência emocional estão à frente de seus colegas - inclusive daqueles com o raciocínio mais desenvolvido e QI (quociente de inteligência) mais alto. Acontece que no dia a dia do ambiente corporativo, grande parte das atividades envolve o relacionamento com pessoas, sejam clientes, chefes ou colegas de trabalho. Dessa forma, o profissional que é capaz de desenvolver habilidades de relacionamento tem mais chance de obter sucesso nas suas interações. Empatia, gentileza, autoconhecimento e autocontrole são imprescindíveis para sobreviver dentro das empresas, principalmente em tempos de crise econômica.

O problema é que a inteligência emocional anda cada vez mais escassa nos ambientes de trabalho. O uso intenso de tecnologias e o excesso de atividades faz com que as pessoas fiquem cada vez mais isoladas, sobrecarregadas e desconectadas das outras. Por isso, a Pacto Consultoria resolveu dar dicas para que você possa melhorar suas habilidades nessa área tão importante.

1. Reconheça seus erros e fraquezas

É muito importante saber quais são seus pontos fracos na hora de administrar seu comportamento, porém quando se comete um erro, é ainda mais importante saber se perdoar por ele. “Remoer os seus erros traz ansiedade e timidez, enquanto esquecê-los completamente pode fazer com que se repitam” diz o consultor norte-americano Travis Bradberry.

2. Compreenda as pessoas

Profissionais pouco inteligentes sob o ângulo emocional costumam ter dificuldades para “ler” as outras pessoas e perceber o que elas sentem e desejam, o que dificulta a conexão com o outro. Quando se exerce o papel de chefia, é importante estar conectado às pessoas. Deixar os outros de lado com a desculpa de que há muitas tarefas não é produtivo para um líder - pois uma de suas atividades mais importantes é gerir pessoas. Ter um julgamento perspicaz e sensível a respeito dos demais é característica do profissional com alto QE.

3. Não cultive rancores

Seja generoso, sempre. Tenha autoconfiança para não se ofender facilmente e, assim como você é capaz de perdoar seus próprios erros, seja capaz também de “absolver” os outros. Mágoa e rancor são dois ingredientes para o estresse e até para doenças.

4. Dê bons exemplos

Equipes com líderes sorridentes tendem a ser mais bem-humoradas, leves e engajadas. Seja você o exemplo de como lidar em momentos de estresse e de crise e dissemine isso pelo escritório de forma a tornar o ambiente mais leve e agradável para todos.


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